30.9.09

Pela cidade...

Apesar da chuva, a distribuição da VIVER está a todo o vapor. Os clientes do Restaurante Madalosso receberam a revista no último domingo e os grandes centros médicos são a prioridade neste início de trabalho. Tivemos um feedback bem positivo desta edição no BIOCENTRO, por exemplo, com muita gente comentando a qualidade das matérias e a evolução da revista, cada vez mais focada em qualidade de vida. Vamos que vamos!!

29.9.09

Emagreça com a Acupuntura


A VIVER deste mês traz como destaque uma matéria com o Dr. Antonio Cezar Mendes dos Santos, renomado Cirugião Dentista e Acupunturista. Com formação e mestrado na USP e residência clínica na China, Dr. Antonio Cezar destaca que as agulhas trazem equilíbrio emocional, controlam a ansiedade e são o primeiro passo para perder peso.
“Acupuntura é uma ótima opção para emagrecer. O que faz com que o tratamento seja tão eficaz para o emagrecimento é o equilíbrio emocional que proporciona ao paciente, já que reduz a ansiedade, o estresse, a angústia, a depressão, proporcionando bem-estar físico e mental”, comenta.

Acesse a nossa REVISTA DIGITAL e confira o conteúdo completo.

As mães são o máximo


Para descontrair...

A mulher caminhava com a filha de quatro anos, quando ela apanhou qualquer coisa do chão e ia por na boca. A mãe chamou sua atenção e disse que se estava no chão, estava sujo e cheio de micróbios.
Nesse momento, a menina olhou-a com admiração e perguntou:
- Mãe, como você sabe tudo isso? É tão inteligente...
A mulher respondeu:
- Todas as Mães sabem essas coisas. Quando alguém quer ser mãe tem que fazer um teste e saber todas essas coisas, se não, não pode ser mãe.
Caminharam em silêncio e depois de alguns minutos, depois de pensar no assunto, a menina de repente disse:
- Ah, já percebi. Se não passasse no teste, você seria o Pai.
- Exatamente. Respondeu a mulher com um grande sorriso nos lábios.

28.9.09

Siga em frente

Por Nadia Fontanta

Quem não gostaria de acordar amanhã com 21 anos e a cabeça que tem hoje? Creio que a maioria daqueles com mais de meio século de vida pensou um dia nesta possibilidade. Pra mim, especialmente, essa viagem imaginária traz saudades da inocência com que via o mundo. Existiam muitos sonhos - alguns realizados, outros perdidos, esquecidos...
Grandes desafios para uma menina embalada pelo som da Jovem Guarda.
A mistura desses ingredientes gera uma coragem perdida com o passar dos anos. Na juventude há uma natural despreocupação em relação ao que os outros pensam ou mesmo dizem sobre nosso comportamento ou escolhas. Somos jovens, não temos o conhecimento...
Porém, em cada aniversário, os chamados valores da sociedade são ensinados, impostos. De forma homeopática, cobram comportamentos e um modelo de sucesso. A cobrança pode vir numa simples frase: Essa roupa não combina com uma mulher que agora é mãe, diz o marido ciumento.
Você não deve falar alto em público só porque encontrou uma amiga querida. Seja chique, ensina o livro de etiqueta da mesinha de cabeceira das celebridades, que uma amiga nos recomendou.
Não concordamos, mas nos submetemos porque queremos fazer parte de um grupo. O estranho é que temos consciência de toda essa realidade. Com o conhecimento, a sabedoria, questionamos se fizemos as escolhas certas. Sempre há perdas e ganhos. Por isso, permita-se continuar sonhando. Crie desafios especiais. Viaje no tempo só pra reencontrar a ousadia estacionada em algum canto. E siga em frente brindando-se com novas realizações, encontros e desencontros.

Nádia Fontana é jornalista, relações públicas e publicitária.
Atualmente, é editora da Tribuna Pop do jornal Tribuna do Paraná (nadia@tribunadoparana.com.br).

Discurso de Nizan Guanaes

Conforme prometemos na revista, aqui vai a íntegra do discurso que Nizan Guanaes proferiu aos estudantes da FACS, em Salvador.

‘Dizem que conselho só se dá a quem pede. E, se vocês me convidaram para paraninfo, estou tentado a acreditar que tenho licença para dar alguns. Portanto, apesar da minha pouca autoridade para dar conselhos a quem quer que seja aqui vão alguns, que julgo valiosos.
Meu primeiro conselho : Não paute sua vida, nem sua carreira, pelo dinheiro. Ame seu ofício com todo o coração. Persiga fazer o melhor. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como conseqüência. Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grande bandido, nem um grande canalha.Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro. Hitler não matou 6 milhões de judeus por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro.
E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham, porque são incapazes de sonhar.E tudo que fica pronto na vida foi construído antes, na alma.
A propósito disso, lembro-me de uma passagem extraordinária, que descreve o diálogo entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar daqueles leprosos, disse:

- ‘Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo.
‘E ela respondeu:-’Eu também não faço, meu filho.

‘Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar e realizar tem trazido mais fortuna do que pensar em fortuna.
Meu segundo conselho: Pense no seu País. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Afinal, é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada. Os pobres vivem como bichos, e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chega a viver como homens. Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguassu.
Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: ‘Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito’. É exatamente isso que está escrito na carta de Laodicéia: Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito, ou seja, é preferível o erro à omissão, o fracasso ao tédio, o escândalo ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso.
Colabore com seu biógrafo.Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido, tendo consciência de que cada homem foi feito para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em si uma revolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro.
Você foi criado para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e caminhar, sempre, com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra.
Não use Rider, não dê férias a seus pés. Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: ‘eu não disse!’, ‘eu sabia!’. Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa. Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar. Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar.
Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem. De 8 às 12, de 12 às 8 e mais se for preciso.
Trabalho não mata. Ocupa o tempo. Evita o ócio (que é a morada do demônio) e constrói prodígios.
O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito o que aprender com aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses, que trabalham de sol a sol, construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta. Enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho.
Trabalhe!
Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam. Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo (que é mesmo o senhor da razão) vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão.

E isso se chama SUCESSO.
Nizan Guanaes

Sem desculpas

Quantas vezes você deixou para fazer dieta após o próximo final de semana? E a academia? Faltam segundas-feiras no calendário para contar todas as vezes que você prometeu começar. E quanto aquela instituição beneficente a quem você estava planejando dedicar algumas horas de trabalho voluntário? Ah, tem também aquelas roupas que não servem mais e seria legal doá-las a alguém. A essa altura do campeonato você ainda não faz separação do lixo reciclável na sua casa? E aquela viagem dos sonhos? O que você está esperando para torná-la real?

A hora é agora. Esse é o tema central desta edição porque sabemos o quanto é difícil dar aquele pequeno passo na direção de nossos objetivos. Esta VIVER chega as suas mãos este mês para fazer o papel daquele amigo que diz: “vai lá, acredita, você consegue”.

Nas próximas páginas você vai encontrar gente que transformou sua vida simplesmente porque deixou de lado todas as desculpas, inseguranças, preguiça, preconceitos. Letícia Sabatella é uma delas. Com engajamento social, a atriz reflete, trabalha e abre caminho para que pessoas tenham uma condição de vida melhor. Também tem gente daqui de perto como o Marco Silva, campeão brasileiro sênior de Tênis. O Celso Moreira, que se tornou modelo depois dos 50 anos. E Dani e Ciça, que conciliam a agitada vida de mãe de crianças com a de empresárias.

Esperamos que esta edição da VIVER inspire você a dar alguns passos. Vai lá, você consegue!

Luís Fernando Carneiro | Editor